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DE PAVIA, CARINHO PELO NOVO PAPA: ele ajudará a Igreja a dar novos passos adiante

 Túmulo de Santo Agostinho na Basílica de San Pietro in Ciel d'Oro em Pavia, norte da Itália (Vatican Media)

A mensagem com a notícia da fumaça branca chegou ao telefone dos religiosos agostinianos da Basílica de “San Pietro in Ciel d'Oro”, em Pavia - norte da Itália -, onde estão guardadas as relíquias do Santo de Hipona, ao final da recitação das Vésperas. A alegria pela eleição do primeiro Pontífice agostiniano é imensa: “Estamos festejando. Prevost tem seu coração em Pavia. Imediatamente acendemos uma lâmpada junto às relíquias - disse o padre Gianfranco

Casagrande, prior da comunidade da cidade lombarda - para que o Santo apoie, proteja e anime Leão XIV”. Houve muitas ocasiões em que trabalhamos juntos, especialmente durante o período em que o estadunidense Prevost o era prior geral da Ordem e ele era o provincial da província Italiana.

Seguindo os passos do pai da Rerum Novarum

Paz, justiça e missão: as primeiras palavras do novo Sucessor de Pedro. “São uma evocação, sobretudo, a Leão XIII, um grande amigo dos agostinianos”, explica Casagrande. “Foi ele quem criou Santa Rita, Santa Clara de Montefalco, beatificou tantos frades, monjas, irmãs agostinianas. Ele foi realmente um benfeitor da Ordem de Santo Agostinho, além de ser o Papa da Rerum Novarum, ou seja, da refundação do estilo social da Igreja. Acho que, ao escolher esse nome, ele recuperou toda a teoria dos Papas a partir de 1900”.

O desejo de caminhar em unidade

O padre Casagrande espera que o novo Pontífice possa “passar aqui em Pavia para rezar a Santo Agostinho”. O desejo dos confrades é “que sua capacidade de diálogo, seu equilíbrio e também sua inteligência e seu profundo enraizamento na teologia, especialmente na espiritualidade e no pensamento de Santo Agostinho, ajudem toda a Igreja a dar um passo adiante precisamente na adesão, como dizia ele (o Papa recém-eleito, ndr), a Cristo ressuscitado e à Igreja e ao mundo inteiro”. Em um mundo dilacerado pela violência e pelas divisões, eleva-se o anseio pela unidade, “porque somente a partir dessa unidade - conclui o religioso - surge o compartilhamento e daí vem a comunhão, a capacidade de se sentir como irmãos e irmãs”.

 

Fonte: vaticannews.va

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