A Irmã Linah Siabana, especialista em saúde mental das Irmãs Missionárias de Nossa Senhora de África, serve as comunidades deslocadas do Sudão do Sul na diocese de Arua, no Uganda. Faz parte da missão da sua congregação ser «uma presença de cura e consolação». Ela leva cuidados, educação e esperança a alguns dos refugiados mais negligenciados do mundo. Nos últimos cinco anos, a Irmã Linah tem trabalhado em povoações perto da fronteira com o Sudão do Sul, ajudando a reconstruir vidas desenraizadas pelo conflito. Apoio insuficiente O Uganda, onde vivem cerca de 1,7 milhões de refugiados, é elogiado pela sua política de portas abertas. No entanto, o subfinanciamento crônico, a superlotação e as mudanças de política por parte das agências humanitárias têm sobrecarregado o sistema. «As colônias aqui estão cheias de mulheres, crianças e idosos que perderam tudo», disse a Irmã Linah. Só no